12 de setembro de 2009

Imagem de Hitler em campanha contra aids gera polêmica

Uma campanha educativa alemã controversa, focada na prevenção de HIV/Aids, mostra Adolf Hitler fazendo sexo. Foi criticada no mundo todo pela falta de gosto e de propriedade - mas os produtores não veem qual é o problema.A cena é mal iluminada e o telespectador não consegue distinguir o homem e a mulher que obviamente estão em atividade sexual. Finalmente, o rosto do homem entra em foco. Nada menos do que Adolf Hitler. E aparecem os dizeres: "A Aids é um genocida."

Para os idealizadores da campanha "A Aids é um genocida", o objetivo era apenas chamar a atençãoA nova campanha, iniciativa da Regenbogen (arco-íris), uma obra de caridade alemã que tem como meta educar o público sobre a prevenção do HIV/Aids, usa genocidas famosos da história -incluindo Hitler, Josef Stalin e Saddam Hussein- para ressaltar questões em torno do vírus. Eles desenvolveram uma série de cartazes e vídeos junto com a agência de propaganda de Hamburgo Das Comitee. Antes mesmo de seu lançamento oficial, o material já estava disponível online e recebia críticas pesadas - sem mencionar o alto índice de visitantes.No Reino Unido e nos EUA, houve vários comentários sobre a falta de gosto da campanha. "É claro que há muitas organizações de HIV que fazem campanhas próprias. Contudo, acho que o anúncio é altamente estigmatizador para as pessoas que convivem com o HIV e já enfrentam muita discriminação devido à ignorância sobre o vírus", disse ao "Daily Telegraph" uma porta-voz da National Aids Trust, que coordena o Dia Mundial da Aids no Reino Unido.A organização preocupa-se que esse tipo de campanha desestimule as pessoas a fazerem o exame para a doença porque podem se considerar "genocidas". Além disso, os vídeos foram criticados por não darem informações sobre como prevenir a doença.

mais informações nos links:

site da propaganda:
nesse site é possível visualizar o vídeo, copiei o link para facilitar o acesso:

outras imagens:





*Postado por Geraldo Lavigne de Lemos

15 comentários:

  1. A agência pegou pesado. Polêmica assim só a nossa capanha de prevenção que utilizava o nome de " Braulio" para descrever o órgão sexual masculino e que rendeu até processos judiciais...Num contexto mundial midiático e com tantas opções, chamar atenção para algo sério é tarefa árdua e as vezes leva a um apelo mais forte... Aguardemos os próximos capítulos...

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  2. O argumento da campanha de prevenção à AIDS da entidade denominada “Regenbogen” - “A AIDS é um genocida” -veiculada na Alemanha se vale de uma associação extremamente infeliz e politicamente incorreta.
    A idéia de que a AIDS é uma ameaça à humanidade é, no mínimo, exagerada e moralista, levando-se em conta que a fome e a miséria, por exemplo, causam óbitos em números bem mais alarmantes. Diga-se de passagem que as mortes causadas pelo tabagismo superam, em muito, as decorrentes da AIDS, segundo dados oficiais.
    Impressiona o caráter moralista da mensagem ao associar a AIDS unicamente à prática sexual, de conotação obviamente sádica em razão de seu personagem masculino. Trata-se de um profundo desrespeito àqueles que sofrem com o drama de uma doença, que parece ameaçar não apenas a saúde física de seus portadores, mas também a sanidade de uma sociedade cada vez mais egoísta.
    A publicidade objetiva associar a imagem de Hitler e os seus atos de insanidade, que tanto mal causou à humanidade, aos danos e às mortes causados pelo vírus da AIDS. As campanhas de esclarecimento e de educação sexual são desenvolvidas em quase todo o mundo. Tentar comparar o genocídio protagonizado pela Alemanha Nazista sob o comando de Adolf Hitler às mortes provocadas pela AIDS é desproporcional e nada razoável.
    POR MARCONDES PEREIRA DA SILVA

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  3. Muito importante esta posição de observar a propaganda, e deve ser a mais frequente. Notamos sempre a utilização dos líderes políticos e suas atitudes contra a humanindade, pois eles estão diretamente ligados na propaganda [ou entenda-se visualmente].
    No entando, acho importante que vale obsevar também o lado do portador da AIDS. Essa campanha que deveria ter um cunho educacional e de preservação [inclusive aceitação e convívio com aidéticos], termina por segregar ainda mais aqueles que sofrem com a doença. É uma infeliz comparação com o genocídio, pois eles são os vetores, e apesar disso podem ter uma vida social segura. Isso sim deveria ser abordado pela campanha.
    Dessa forma, vejo a campanha com uma grande falha [sem comentar do uso dos atores políticos] quanto ao foco dado. Buscou-se unicamente impedir a transmissão. Faltou o relato que protegesse o bom convívio com os portadores do HIV, que têm plena plena capacidade de conviver na sociedade sem qualquer razão para afastar.

    *Postado por Geraldo Lavigne de Lemos

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  4. Jamille Oliveira Lucrécio19 de setembro de 2009 18:32

    Apesar de respeitar as opiniões anteriormente expostas, não condeno tanto a campanha.
    Entendo que a intenção com tal publicidade era comparar a AIDS a algo muito ruim, péssimo, como Hitler.
    Quanto à crítica por não ter abordado outros aspectos da doença como prevenção e convívio com os portadores, acredito que essa temática pode ainda ser abordada em outro momento desta campanha.
    Normalmente campanhas publicitárias não abordam tanto aspectos na mesma propaganda, porque fica sem foco, chama menos atenção.
    Seria até confuso numa mesma propaganda se abordar: todas as formas de contágio, prevenção e convívio com os portadores...quantas campanhas contra aids se limitam a dizer: usem camisinha! Como o professor Clodoaldo disse: "Num contexto mundial midiático e com tantas opções, chamar atenção para algo sério é tarefa árdua e as vezes leva a um apelo mais forte."
    Por isso, posso dizer que sem dúvida um dos objetivos da publicidade alcançaram: chamar atenção! Pois chamou atenção do mundo. Resta saber se o outro objetivo foi alcançado: educar as pessoas acerca do perigo de contágio.
    Caso atinjam também esse objetivo, a meu ver, a propaganda não ter porque ser criticada. Mas se só chamar atenção por críticas à escolha da imagem, a propaganda não foi boa por não atingir seus objetivos.
    Por fim, deixo a indagação: uma pessoa que sabe ser portadora do vírus e faz sexo sem camisinha (o parceiro não tem ciência de sua situação). Neste caso, seria preconceito chamar esta pessoa de genocida?

    Postado por Jamille de Oliveira Lucrécio

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  5. Geraldo Calasans Jr.19 de setembro de 2009 20:08

    Interessantes os posicionamentos já expostos acerca da campanha. Contudo, inicialmente, cabe observarmos quais eram os objetivos da campanha com a divulgação de tal maneira. Destarte, da leitura do texto, observam-se os seguintes traços: "Uma campanha educativa alemã controversa, focada na prevenção de HIV/Aids"; "Para os idealizadores da campanha "A Aids é um genocida", o objetivo era apenas chamar a atenção"; . Verificando esses dois trechos, observo que as finalidades da campanha eram tanto preventivo (buscar prevenir a AIDS), educativo e "chamar a atenção". Assim, não vislumbro, com a utilização da imagem dos atores, nenhum caráter preventivo ou educativo, muito pelo contrário, algum analfabeto funcional (sabe ler, mas não entende o texto) que ler o texto pode achar que estão utilizando a imagem de Hitler como um "salvador" na luta contra a AIDS. Todavia, inegável é o entendimento segundo o qual chamar a atenção eles conseguiram. Será que se utilizassem outra imagem (como é corriqueiramente usado em outros anúncios - como, por exemplo, aquele ator que fez Indiana Jones sendo protagonista da propaganda contra a matança de animais... sinceramente, para mim, o conteúdo da propaganda chamou bem mais a minha atenção do que o uso da figura do referido ator... se utilizessem outro, seria a mesma coisa, o que ocorre exatamente o inverso aqui), chamaria tanto a atenção? A resposta é negativa. Concluindo, vejo que essa jogada arriscada de marketing acabou dando e não dando certo, pois conseguiu "fazer a propaganda do peixe", mas não conseguiu vendê-lo.

    Postado por Geraldo Calasans Jr.

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  6. Uma campanha como essa contra AIDS tem a finalidade, pelo que eu entendo, de prevenção. Chamar atenção sem atingir esse objetivo torna a campanha vazia de conteúdo.
    Sem dúvida, a disseminação do preconceito é um fator importante a ser discutido e em nenhuma hipótese um portador deveria ser comparado a um genocida, pois isso só aumentaria a discriminação, não ajudando em nada no combate a AIDS.

    Postado por Laissa Lopes

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  7. Fico me perguntando se as campanhas brasileiras tem efeitos... Aquelas que dizem "No carnaval: use camisinha".
    Tornou-se tão banal que não deve surtir tanto efeito. O uso da imagem desses genocidas foi, realmente, desproporcional com a atual realidade que, inclusive, rejeita toda manifestação nazista.
    Mas pensando num cunho publicitário acredito que eles não se referiram ao portador como matador e sim a doença. Todo mundo sabe que a AIDS já matou e mata muita gente ainda, ela seria o foco desta campanha e não os, infelizmente, acometidos por tal doença. E como Geraldo falou, realmente chamou atenção e repercursão mundial. Basta saber se fez efeito.

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  8. Camyle Serafim Kruschewsky20 de setembro de 2009 14:42

    Apesar das críticas, a campanha tem como ponto positivo o fato de ter chamado a atenção do mundo para dados alarmantes acerca de uma doença que, a cada ano, faz mais vítimas; porém, a propaganda pode ser , sim, considerada de mal gosto pois, faz uma confusão infeliz entre o portador e o vírus. Ao passo que mostra figuras mundialmente conhecidas como genocidas transmitindo Aids, atrela ao portador da doença a imagem do vilão da história, corroborado com o preconceito histórico para com eles. Outro ponto negativo é a ausência de informações sobre como é transmitida a doença, fato que torna a propaganda sem sentido.

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  9. Ao meu ver, uma campanha que realmente tenha por objetivo a prevenção da Aids deve enfatizar o aspecto educativo. Claro que é imprescindível que se faça de modo a chamar a atenção do maior número de pessoas possíveis, entretanto, não acredito que o “chamar atenção” deva ocorrer desta maneira. Chamar atenção, para mim, significa que a campanha deve se direcionar ao maior número de pessoas possíveis, atingindo estas a tal ponto que consigam absorver com clareza a extensão de seus propósitos.

    A aludida campanha não alcança tal fim. Não chama atenção, mas radicaliza. A verdadeira mensagem que deveria ser transmitida fica para segundo plano. Neste ponto, afirmo que fiz várias pesquisas na internet sobre o assunto e o enfoque dado nas diversas matérias relaciona-se com as figuras dos genocidas famosos e não com a importância da prevenção da Aids.

    Hoje em dia, com a velocidade das informações no cenário internacional, a criação de uma campanha não só é tarefa dura como também de extrema responsabilidade. Afinal, as imagens veiculadas na campanha ofendem todas as vítimas do nacional-socialismo e os infectados pela doença, prejudicando inegavelmente a prevenção do HIV.

    Postado por Cecília Garcia.

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  10. A luta pela prevenção da AIDS é válida na maioria das vezes, no entanto discordo veemetemente do instrumento utilizado pela campanha publicitária supracitada. Explico-me. Apesar da benévola intenção na reflexão sobre o tema AIDS discordo sobre os meios empregados, nenhum fim valerá um meio odioso, deseducado e acéfalo. O genocídio promovido por Hitler não faz só parte da história da humanidade, é lembrança vívida no coração do povo europeu, quantos dos supostos destinatários da campanha tiveram suas famílias dilaceradas, sejam pela supressão dos entes queridos ou mesmo pelo ambiente belicoso e sobrecarregado de ódio e vingança.
    Ademais, a campanha vincula o contágio da AIDS pelo meio considerado hodierno pelo povo, a relação sexual. Entretanto, o contágio no continente europeu é oriundo, principalmente, do uso indiscriminado de drogas injetáveis e, sendo assim, a campanha torna-se parcialmente inocua no seu objetivo.
    Alertar a sociedade sobre a mazela da AIDS deve ser prática comum, mas esta nobre finalidade deve evitar o sensionalismo intrisico as campanhas de publicidade atuais.

    Por Everton Santana

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  11. Observem uma coisa:

    "A Lei de Godwin conhecida também como a regra das analogias Nazistas de Godwin( ou ainda em inglês 'Godwin's Law' ou 'Godwin's Rule of Nazi Analogies', como é mais conhecida no meio virtual), tem por base uma afirmação feita em 1990 por Mike Godwin, um advogado estadunidense conhecido por formular essa lei que diz: ' a medida que uma discusão na usenet cresce, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Hitler ou os nazistas aproxima-se de 1(100%)'. Há uma tradição em listas de discussões e fóruns que, se tal comparação é feita, é porque quem comparou Hitler ou os nazis ficou sem argumentos. Tais comparações costumam acontecer em discussões políticas."

    Fonte: Wikipedia

    Eu particularmente não acho que a questão em si tenha tanta gravidade assim...
    O que houve foi simples falta de criatividade ou até mesmo de argumentos dos alemães quando bolaram o modelo da campanha. Além do mais, quem mais legítimo do que eles para fazer uso da imagem do chanceler? Já se desmistificou muito sobre o Nazismo nos últimos 50 anos. As lições já foram aprendidas pelo menos pelos alemães. Deixa a campanha rolar e se atingir o objetivo, palmas, se não atingir tenho certeza que surgirá outra menos nazista, com mais originalidade e "argumentos".

    Por Bernardo Oliveira e Almeida

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  12. Lucas Cunha Mendonça20 de setembro de 2009 20:53

    Parece-me que, no fundo, as pessoas continuam gostando de debater com demasia alguns temas que não são tão polêmicos quanto aparentam ser. O mundo comentou e criticou essa campanha publicitária por seus mínimos detalhes.

    É óbvio que a publicidade se faz de pequenos detalhes e mensagens subentendidas em suas imagens e textos, mas não devemos nos prender a tais fatos a ponto de desmerecer a intenção da campanha ora analisada.

    Não há dúvidas que a AIDS, e não o seu portador, foi tratado na referida campanha como uma genocida. Talvez pareça o contrário e há argumentos suficientes para tanto, como já foi demonstrado. Mas gastar argumentos exaltando este fato ao ponto de desviar o foco da campanha faz com que, realmente, ela perca o seu foco, que é tratar a AIDS como uma causa de morte tão grave quanto os terríveis atos praticados ao longo da história por aqueles famosos rostos que estampam a campanha.

    E por mais que também ache fundamental conscientizar as pessoas de que um soro positivo é um ser humano como outro qualquer, focar uma campanha neste ponto, ao invés da prevenção, pode, já que estamos diante do debate dos mínimos detalhes, fazer com que se priorize numa publicidade, então, o fato de que é comum ser contaminado pela AIDS e que não há maiores problemas nisso, quando, na verdade, o foco deve, sim, ser para que cada vez menos pessoas se contaminem. A idéia de que, caso alguém seja contaminado, não há maiores riscos para a sociedade, deve vir em segundo plano.

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  13. Penso, sinceramente, que jamais Adolf Hitler será encarado apenas como uma figura histórica. A utilização de sua imagem sempre estará ligada de forma imanente ao preconceito decorrente das ações do ditador. No entanto, inúmeros outros líderes foram tão cruéis, mas não tão rejeitados pela história quanto o personagem dessa campanha. Nesse ponto, concordo dom Lucas, quando afirma que há, de certo modo, um superdimensionamento da campanha em razão de sua forma. O "choque" que pode ser causado pela presença de Hitler não é maior do que a associação imediata entre a doença e os seus efeitos quase bélicos. Quanto à opinião de Geraldo Calasans, entendo que essa é uma campanha preventiva, portanto, não se destina aos portadores, logo, sua missão de "assustar" a população sexualmente ativa deve ser efetivada.

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  14. Adolf Hitler encarado apenas como uma figura histórica, Joaquim? A singularidade deste estadista sem alma é que jamais será esquecida. Entendo a sua proposta: analisar a história por métodos históricos. Entretanto, podemos perceber que a moral vem conseguindo cada vez mais espaço dentro do conteúdo das ciências sociais. Da mesma forma que vemos um direito principiológico, com forte carga moralizante, vemos, também, uma interpretação seletiva da história, guiada pelos preceitos éticos os quais levam à adoração ou à rejeição de um líder nacional. Se a figura de Hitler tem o poder de causar tamanha polêmica, é porque o ditador ultrapassou todas as barreiras da dignidade humana enquanto esteve no poder. Acredito, no enatnto, que, pelo viés da associação à lesão à dignidade da pessoa (causada tanto por Hitler quanto pelo HIV), a campanha tem grandes chances de se tornar efetiva. Não há como minimizar, como propõem Lucas e Joaquim, todo esse estrépito, mas a sua correta interpretação pode ser construtiva, tanto sob a ótica da saúde pública, como pelas lentes da história recente.

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  15. Levando em conta a quantidade de aspectos que derivam de uma doença, concordo com Jamille Lucrécio que se torna difícil a abordagem de todos os temas [a exemplo: contágio, prevenção e convívio] em uma mesma propaganda televisivas ou em cartazes. Até porque geralmente as propagandas ou cartazes têm pouco tempo e espaço, respectivamente, para tratar do assunto. Assim, terminar por escolher um foco, mas ainda acho que jamais devem afastar o pensamento humanitário. Apesar disso, por ser um campanha, ela deveria ter outras etapas, para que informassem a população sobre todos os temas necessários, e não apenas o fato da transmissão. Não sei se advirão novas estapas desta campanha contra AIDS, acredito que poderia ser complementada.

    Quanto à efetividade da campanha. Vejo que ela conseguiu chamar a atenção mundial, e, de fato, despertar os incautos para a eventual transmissão. Mesmo sendo infeliz na escolha do protagonista, acho agora que a campanha contribuiu para a prevenção, por mais chocante que tenha sido. Este é um detalhe importante, a novos olhos, já que se tratarmos a AIDS como qualquer doença que deve ser cuidada mas que não apresenta tanto mal, isso pode dar um ar tranquilidade, e facilitar a transmissão. Então, esse choque com a imagem de Hitler, ao menos, fez as pessoas repensarem sobre a AIDS como uma doença que deve ser combatida.

    Parece, às vezes, contraditório. Pois é um diferença muito sutil. A AIDS deve ser combatida e prevenida com todas as forças. Entretanto, para quem a adquiriu, deve ser dado o devido respeito e o bom convívio.

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